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lirik lagu mundo bizarro – maze dlm

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[verso 1]
não sei o que se passa
estes tempos são estranhos
vejo cada vez mais carneiros a seguirem rebanhos
em servilismo cego, imbuídos no materialismo
descem em apneia, rumo ao escuro do abismo
espiritualmente escravizados por drogas e modas
como se estivessem entravados em cadeiras de rodas
hipnotizados pelo encantador de serpentes
entes dormentes, transformados em cliеntes decentеs
comerciais que aceleram os nossos ritmos
gajos morrem aos 30 com ataques cardíacos
ceifados desta vida na flor da idade
deixando para trás rasto de dor e saudade
e a realidade
não é enredo de um filme
de hollywood, daqueles que ilude e deprime
nós caminhamos nas brasas
deste mundo de farsas
o que é que se passa?
é a toxicomania das massas

[refrão]
tu és um número
esquece o teu nome
obedece, sempre que a voz pede consome
come, bebe, fode, dorme
trabalha, veste o uniforme
liga a televisão, atende o telefone
nada questiones, segue o cicerone
não é à toa o meu tom de sarcasmo
acorda, sai já desse marasmo
[verso 2]
depressão é a nova epidemia urbana
a pressão é tanta, nem apetece sair da cama
são famílias enterradas em anti depressivos
terras dos mortos vivos em estados vegetativos
os mais antigos vêm os seus estudos esquecidos
com alzheimer em busca dos ficheiros perdidos
excluídos deste sistema do pragmatismo
deixam de ser rodas dentadas do mecanismo
os media instigam o nosso negativismo
sondagens apontam para um maior pessimismo
e a culpa é da crise, e dualmente do défice
antes vivesse no pais das maravilhas de alice
longe dos aduladores e da sua bajulice
a ficção é bem mais real do que esta aldrabice
sinceramente é melhor alguém tomar o comando
e se não tu, quem?
se não agora, quando?

[refrão]
tu és um número
esquece o teu nome
obedece, sempre que a voz pede consome
come, bebe, fode, dorme
trabalha, veste o uniforme
liga a televisão, atende o telefone
nada questiones, segue o cicerone
não é à toa o meu tom de sarcasmo
acorda, sai já desse marasmo
acorda, sai já desse marasmo
[verso 3]
passa*se algo estranho neste mundo bizarro
avaliámo*nos pela potência do carro
endividámo*nos e isso sai*nos bem caro
falcatruamos, viva o sigilo bancário
a ignorância transforma*nos em burros com palas
é letal como balas duma roleta russa
alegamos cabalas, cavamos as nossas valas
no fim há sempre uma mãe que soluça
vejo tantos hedonistas com posturas imaturas
querem prazer imediato como ninfomaníacas
assanhadas que bebem poções afrodisíacas
e acabam flagelados por drogas duras
como hipocondríacos em busca de falsas curas
serão sinais dos tempos a passarem faturas?
prometem*nos a panaceia para todos os males
a troco de dares o máximo e mostrares o quanto vales

[refrão]
tu és um número
esquece o teu nome
obedece, sempre que a voz pede consome
come, bebe, fode, dorme
trabalha, veste o uniforme
liga a televisão, atende o telefone
nada questiones, segue o cicerone
não é à toa o meu tom de sarcasmo
acorda, sai já desse marasmo
acorda, sai já desse marasmo

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