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lirik lagu 3 – novo milênio (feat. cazasuja & jnts) – velocicrew

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[dalto]

neutralidade caótica
através da ótica do jogo
onde o bagulho fica doido
vicio social que mata sentimento
pra plantar cimento
atrás do mínimo
no ínfimo momento
é que vender mentira
é sociopatia do novo milênio
eu to atento no tempo
dos confunde o conceito e o julgamento
respeito e pagamento
medo é alimento através do tempo
onde deus está nos vendo
mas ta pouco se fodendo
sem ta isento do tormento
dessas cédulas
convivendo com as mascaras
em cúpulas
esperança reduzida a “etc”
falso otimismo cíclico
em escala
se propaga
nesse conforto que nos cala
sem resistência ou paciência
pra interpretação
essência em decadência
da nova geração
são novos tempo
e o próximo messias
morre acusado de blasfêmia
bem na nossa mão
[cazasuja]

acorrentado a esse mundo cego
passos largos na escuridão apontam onde vou chegar
caminhando entre as peças desse jogo perverso
vomito versos indigestos pros demônios acalmar

olhares tentam me julgar
me sinto o lobo entre as ovelhas do falso profeta
olhares não vão me calar
é no inferno desse mundo que a dor me faz poeta

cada dia parece o último
já que nosso passado é guerra e nosso futuro é incerto
então faço valer cada segundo, cada minuto, jão
nas linha me torno um eterno ser

nas linha descarrego o berro pra não ser
só mais um nome gravado na lápide
do inferno que dante não vai descrever
longe das telas da tv

caminho na estrada, cabeça pesada
o mundo nos meus ombros e no bolso nada
mente acelerada, calculando danos
cada passo dado é avanço pros rato
seguimos avançando, pr*nto pro ataque
com os beat rasgando, rimando a cidade
pelé se coçando e nos mal começamos
não aguenta o estouro então não peita o baque

e tem quem pense que gritos nos intimidam
durmo com gritos na cabeça
lembranças de uma outra vida
como um jantar posto na mesa

e eles pensam que a morte nos intimida
eu sou o que te atormenta
e o que te atormenta?

[fortunato]

orignal gore gang gang gang
velocicrew, cazasuja, kaliyugamob

[…]

artista loucas, que ousam gritar
pois a cat*rs* os faz ter overdose
andam nas ruas sem fazerem parte delas
vomitando o abstrato conversam com as próprias vozes
novamente a euforia resolveu me visitar
facas na mesa, ansiedade servindo o jantar
no meu peito tambores, ritmo fúnebre
e trilha sonora da minha vida
depois que o meu pai morreu
oh, grandes meda!
esses djavus eles são quase todo dia
eles são quase todo dia
eles são quase todo dia

ao meu redor tons escuros
e o mundo foi pintado por um surdo
sei que goya é o responsável

crítico, sádico, lobo sujo nato
mas não posso ignorar o meu lado inflamável

já que a vida cobra cedo de quem sempre vivou com pouco
olheiras fundas contrastando meu pálido rosto
não orgulho do que fui
mas vim pra causar desgosto
desgostoso à muito tempo com sufoco em meu pescoço

engolindo seco, pois a madruga traz consigo
fantasmas e demônios que fingimos esquecer
e o que fazer?
chorar? correr?
o toque de midas me faz escrever
o ouro amaldiçoado
a maldição é relativa e tudo se torna ao contrário
ou ao contrario estaríamos vivendo errado

[siscai]

ninguém vive de passado
mas
quem vive de futuro, no presente, é lento
sendo levado pelo vento
como saco de supermercado
procurando um motivo pra existir
voando em círculos
sem saber porquê
sem conseguir parar
eu só repito o ciclo
voltando sempre pro mesmo lugar

vivendo uma guerra interna
entre o emotivo e o racional
implorando por atenção
não existe solução
desesperado eu só corro
corda no pescoço é o ultimo pedido de socorro

tatuado no peito… desgosto
coelho atormentado por tentáculos de um polvo
com os chifres de áries… com a mente nos ares…
idade? 18! novo! 20 pros 38…
mas de munição noiz ta de cima
vlc e cazasuja as ideia não falta
é só rajada de rima